PORTFÓLIO MÓDULO 17 – PEDAGOGIA SOCIAL E INCLUSÃO E EXCLUSÃO SOCIAL.
Dentro de diversos problemas sociais apresentam a superação da exclusão escolar com as diversas dificuldades no processo pedagógico da escola, no enfrentamento das questões politicas e as razões que apresentam as classes dominantes de sua época difícil sobre o ensino com anseios de estabelecer a importância do interesse do aprendiz em busca de um verdadeiro objetivo, o ensino de corpo integro no reconhecimento de disciplina obrigatória e no processo pedagógico, a ferramenta de inclusão social e de qualidade de vida.
O processo de inclusão no sistema escolar faz adequar as diferentes necessidades dos indivíduos com a transição da heteronomia da infância à autonomia no mundo adulto. E adquirindo a autoconfiança em relação a si própria e no encontro de sua identidade e autoestima.
As Diretrizes Nacionais refere-se à educação especial uma modalidade como qualquer outra, organizada de acordo com o modo de considerar uma aproximação cadenciada das propostas da pratica pedagógica social da educação inclusiva.
Levando em consideração no que se trata inclusão social, enfatiza-se que a acessibilidade dos alunos com as necessidades especiais em escolas regulares forma-se uma sociedade igualitária no que se trata a sua acessível às pessoas deficiências, como começar na base estrutural escolar urbanista, e não se esquecer das possibilidades das questões arquitetônicas e suas adaptações curriculares.
Com embasamento da política educacional, vem projetar nova reestruturação dos currículos para o atendimento dos alunos com necessidades especiais.
O MCC com suas propostas de documentos elaboram dessa política de inclusão escolar, os Parâmetros Curriculares Nacionais, os Referenciais para a Formação de professores e as adaptações curriculares, explicam as estratégias educativas para educar melhor os alunos portadores de necessidades especiais.
Na construção de um currículo advêm com diversas etapas no atendimento as necessidades de cada aluno, é um trabalho difícil, os Parâmetros Curriculares facilitam a escola construir um currículo de acordo as necessidades de cada projeto de aprendizagem do educando enfrentada no cotidiano escolar.
É uma tentativa da política brasileira abre o acesso aos alunos portadores de necessidades especiais, porém tem uma advertência não apropria de recursos financeiros para adaptar e efetivar os portadores de necessidades especiais nas escolas regulares.
Assim, as leis incentivam o ingresso de crianças portador de necessidades especiais em escolas regulares, que definem as metas alcançadas no processo de inclusão.
A proposta ao combate a exclusão são as das melhores, porém faltam recursos financeiros para que as famílias enfrentem as dificuldades desse processo como UNESCO, ONU direcionem a parte do processo que são isolados e discriminados sem poderem participar destas atividades que oferecem.
As crianças com necessidade especiais tem o acesso no desafio e iniciativa a “Educação para todos”, que faz parte da engrenagem social e da demanda excluída pela pobreza e a sua deficiência.
A sociedade é direcionada a uma historia intencional e solidaria com a sua diversidade, onde o homem é um ser histórico e político e tem como premissa de conviver com as diferenças e suas mudanças, a inclusão social realmente oferece uma qualidade de educação, trabalho e saúde para melhores condições de vida.
REFERENCIAS:
CARNEIRO, Rogéria. Sobre a Integração de Alunos Portadores de Deficiência no Ensino Regular. Revista Integração. Secretaria de Educação Especial do MEC, 1997.
ONU/UNESCO (1994). Declaração de Salamanca sobre princípios, política e prática em educação especial.
RABELO, Annete Scotti. Adaptação Curricular na Inclusão. Revista Integração. Secretaria de Educação Especial do MEC-ano 9, n1 21, 1999
SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão. Construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA, 1991.
THOMA, Adriana da Silva. Os Surdos na Escola Regular: Inclusão ou Exclusão? Reflexão e Ação. Vol.6, n.2, jul/dez. Santa Cruz do Sul: Editora da UNISC, 200