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GUARATINGUETÁ, SP, Brazil
"A educação, no sentido em que a entendo, pode ser definida como a formação, por meio da instrução, de certos hábitos mentais e de certa perspectiva em relação à vida e ao mundo. Resta indagar de nós mesmos, que hábitos mentais e que gênero de perspectiva pode-se esperar como resultado da instrução? Um vez respondida essa questão, podemos tentar decidir com o que a ciência pode contribuir para a formação dos hábitos e da perspectiva que desejamos." (Bertrand Russell)

sexta-feira, 3 de junho de 2011

RELAÇÃO DA CRIANÇA NO ESPAÇO: FISICO E PEDAGOGICO


No entendimento de espaço tema espacial humano, relacionado com sujeito e os espaços físicos e de aprendizagem, que é organizado e habitado. É um espaço social com atividade de ensinar, aprender e ler.
Ao lembrar como é a sala de aula, professor, as carteiras enfileiradas, mesa do professor, lousa, janela e a parte intenciona o aluno voltado para o professor e a lousa com aplicação de conhecimento específico e produção na sala de aula.
O espaço também tem a sua centralidade a disciplina, o controle da ação organizador de concepção pedagógica.
O espaço organizado associa com as ideias e concepções com a idealização inovadora de pensamento, projetos e organização no pensamento de desenvolvimento humano.
A escola é problematizada de realidade do sujeito no contexto educativo e valorizador de diálogo e a capacidade crítica – reflexiva na transformação e a libertação do sujeito.
O planejamento do espaço tem autonomia, cooperação, movimento e intenção.
Assim, o espaço educativo ocupa um lugar de liderança e significativa na avaliação quantitativa e qualitativa de seus valores com a problematizada de ideias e concepções no chamado currículos conforme leis de organização, disciplinas, política e social.

Violência na escola


Os tipos de violência: depredações, pichações, roubos, uso de arma de fogo, arma branca como estiletes, punhal, faca, etc. pelos alunos agressões física, humilhações no cotidiano escolar.
A forma de violência é muita que tomam o cotidiano escolar, pois é uma realidade de acontecimento, a violência social, são acontecimentos nas comunidades como nas relações socioeconômicos, empobrecimentos e desigualdades, é colocada em parceria com a escola, família e comunidade a enfrenar esses problemas que afetam a sociedade.
Para romper os ciclos de violência escolar necessita de um grande desafio para toda equipe de trabalho escolar.
O ambiente violento ultrapassa a responsabilidade de um individuo, portanto reconhece o lugar da escola e família como fontes privilegiadas de mediações que possibilitam uma atuação ampliada no campo de prevenção da violência.
É necessário acolher o jovem e dialogar, melhorar o ambiente da escola, trabalhar com os problemas de forma alternativa, melhorar os laços de convivência é algumas das propostas para romper com os ciclos de violência na escola.

Pensamento do espaço e o processo pedagógico da escola.

Ao refletir sobre a organização dos espaços nas escolas de Educação Infantil, o trabalho envolve com a organização para construir um ensino de qualidade, em busca de qualidade de educação no processo organização de espaço para o desenvolvimento e diversificada produção de qualidade.
O espaço educacional tem a sua concepção de organizar, os moveis, materiais e o modo de interação da criança com outra criança e adultos no modo de pensar reflexivo sobre a criança e o processo educativo.
Esta qualidade na educação infantil é muito complexa e de diversas dimensões na parte intencional do projeto. Esse processo advém da participativa e da transformativa no seu contexto histórico.
A gestão, a formação de professores, a interação família – escola e a rotina da instituição são processos de observações importantes e mais complexos que relacionam na integração educacional e na sua qualidade.
O trabalho deste espaço tem a parte intencional a construção do ambiente físico e promover diversas atividades e descobertas em sua criatividade, desafios e aprendizagem na interação das crianças com o espaço com outras crianças, adulto e o próprio ambiente que vivem.
O espaço lúdico é o que conduz a ser dinâmico, confiança, explorável, transformador de diversas atividades de brinquedos para enriquecer os desejos de expressar a sua identidade e seu coletivo de associação no ambiente social e cultural.
Assim, a formação da instituição e o seu espaço educacional infantil são articuladas organização do ambiente e o tempo didático em sua autonomia, movimentos, contatos criança com crianças e educadores são formas de oportunidades de aprendizagem no cotidiano escolar.
As faixas etárias das crianças compreendendo de 0 a 1 ano, de 2 a 3 anos e 4 a 6 anos são usadas técnicas de direção como utilização de uma educação por seu período no espaço e nos seus cognitivos significativos no seu desenvolvimento educacional.
A construção do espaço é amparada pelo Parâmetro Básico de Infraestrutura para Instituições de Educação Infantil com qualidade na forma de estimular o desenvolvimento infantil.

Escola/Família e Ensino Religioso nas escolas

Escola /Família
No entendimento escola/família tem a parceria de ambas à instituição no que se trata família educa e a escola a pratica educativa, a família e escola são espaços que compõem o cotidiano de todas as crianças ou não escolar, existe uma interface neste processo uma opção de trabalho em parcerias com a família.
O trabalho histórico do cotidiano considerado um desafio que é posto com os educadores em relação entre a escola, a cultura familiar, o cotidiano nas pratica educativas no compartilhamento entre escola e família, que são instituições sociais.
Ensino Religioso
É um tema no cotidiano escolar bastante polemico. No PCNs. O ensino religioso quando se trata de religião não ater a catequeses, pois é o papel do sacerdote, e para educadores no aspecto transcendente na presente vida humana, sentido a vida, a dimensão simbólica do ser humano.
Na parceria escola/família a importância no sentido da formação integral das crianças, pois remete construção na rede de apoio entre escola, família e a comunidade na integração educacional.

Violência na escola


Os tipos de violência: depredações, pichações, roubos, uso de arma de fogo, arma branca como estiletes, punhal, faca, etc. pelos alunos agressões física, humilhações no cotidiano escolar.
A forma de violência é muita que tomam o cotidiano escolar, pois é uma realidade de acontecimento, a violência social, são acontecimentos nas comunidades como nas relações socioeconômicos, empobrecimentos e desigualdades, é colocada em parceria com a escola, família e comunidade a enfrenar esses problemas que afetam a sociedade.
Para romper os ciclos de violência escolar necessita de um grande desafio para toda equipe de trabalho escolar.
O ambiente violento ultrapassa a responsabilidade de um individuo, portanto reconhece o lugar da escola e família como fontes privilegiadas de mediações que possibilitam uma atuação ampliada no campo de prevenção da violência.
É necessário acolher o jovem e dialogar, melhorar o ambiente da escola, trabalhar com os problemas de forma alternativa, melhorar os laços de convivência é algumas das propostas para romper com os ciclos de violência na escola.

Orientação sexual na escola – tema transversais

A orientação sexual na escola faz parte do currículo escolar na participação de valores e reflexivo na conscientização desta educação realizado nas escolas e complementação da função família, esta orientação por parte dos profissionais escolares, traz opções na temática da sexualidade dentro dos limites de ação pedagógica.
Na parte que se refere crianças menores, esta informação instituem novos conhecimentos, deixando a ser tabu, na contrariedade a tomada de agressões, provocações, medo e angustias por falta de conhecimento e orientação familiar.
Na parte contextual, a diferença de certas duvidas neste conceito sexualidade vem limitar com temas íntimos a respeito  a cada adolescente sem exceção. E ajudando com as diferenças na posição de atributos de expressão sem precisar transformar a sexualidade com expressão de rebeldia.
A curiosidade das crianças e adolescentes faz esclarecer as questões de duvidas com debates abertos e vivenciando em diversas reflexões de questionamentos par esclarecimentos positivos para ensinar viver na sociedade com suas diferenças.
Com a orientação dos professores referente a orientação sexual, leva os alunos um meio de tranquilidade de sentir confiança e autoestima e conhecimento sobre o seu próprio corpo e prevenção sobre as doenças sexuais transmissíveis, gravides indesejadas e abuso sexual.
Através deste trabalho os professores orientam sobre o questionamento trazido na sala de aula, não omitindo sua opinião e respondendo de acordo com o fato exposto.
Tem como finalidade de educar melhor e conhecendo o seu corpo com informações construtivas em sua normalidade de formação de opinião e respeito do que é apresentado no ambiente escolar na progressão de desenvolvimento de atitudes que possibilitam o seu comportamento sexual e com os seus valores próprios com a vivência sociocultural.

A formação de professores em escolas inclusivas.

O papel do professor e sua formação diante da pratica aplicada nos educandos com atitude de afetividade, flexíveis e dinâmicas na construção de uma escola inclusiva e fazer refletir em todos a sua tarefa de produção de conhecimentos e desenvolvimentos no cotidiano da escola em cada educandos na sua forma heterogenia e facilitador de conteúdos pedagógicos e sua aplicação consciente na educação participativa.
A necessidade na formação de professores na integração nas escolas inclusivas observa-se que ainda não estão preparados para produzir os conhecimentos com as diferenças na sala de aula.
A ideia renovadora em necessidade desta formação de professores faz parte da compreensão das diversidades nas escolas inclusivas de construir políticas de inclusão com novas reformas e praticas inclusivas para estabelecer uma motivação no cotidiano escolar.
Na preparação desses professores para fazer parte desta diversidade é imposta de vários requisitos e conhecimentos que auxiliem a parte pedagógica, como por exemplo, os métodos, materiais e tempo e também do apoio no trabalho de equipe especializada.
Sendo assim, a importância de implantação de processos de serviços especiais na comunidade escolar e familiar a desenvolver recursos de experiência do professor com o aluno na formação continuada e o espaço de inclusão faz parte de uma trajetória de construção deste trabalho na sociedade excludente, justa e igualitária que serve para todos as praticas educativas em todos os tipos de deficiência no combate a discriminação e equiparação de oportunidades, pois a inclusão é um fato necessário nas escolas regulares.

Na interface da educação formal, informal e não formal com a ideologia freiriana.

No conceito Freiriano, o professor vem juntamente realizar as ações com as entidades não governamentais, tem a finalidade de incentivo às crianças, jovens e adultos, como cidadão critica e construtor do saber.
Para o professor desenvolve a sua pratica no dialogo que faz desenvolver transformações ao pensar dos alunos e construir um desempenho de mediador nos espaços escolares sociais e pessoal.
A escolarização é concebida como educação formal, pois possuidora de estrutura, planejamento intencional e uma sistemática regida de um sistema de regras, sanções, resoluções e instituída no sistema de ensino. E através das escolas públicas e municipais tem a responsabilidade politica-educacional a regularização dos processos de integração institucional das escolas nas formalidades das leis na participação legitimada pela participação efetiva das escolas e redes associadas na intervenção na vida escolar.
Na educação não formal é concebida com ação pedagógica e intencional, porém com menos responsabilidades do que a formal, a sua tarefa nas ações dos movimentos sociais, políticos, sindicatos, trabalhos comunitários, meio de comunicação social, e outros.
A educação informal se destaca como assistemática e não intencional e conceituação e não compartilha por todos os educadores.
Em todas essas interfaces da educação, formal, não formal e informal tem a interpretação de conceitos educação e cultural com ação humana, com o objetivo de escolarizar e melhoria dos educadores e a luta pela inclusão. E através desse desempenho trabalhando na articulação dos grupos excluídos no processo de integração institucional das escolas e na participação legitima e não legitima na participação das redes associadas na intervenção na vida escolar, pois é um processo de democratização e articulador na formação da cidadania e realizações pelos sujeitos de ação na questão teóricos e praticas.
Assim, no contexto a educação e articulação das interfaces formal, não formal através de realizações de direitos a todos, com a educação democrática em questão de processo construtivo e na legitimidade do trabalho pedagógico, intencional e sistemático com atuação do pedagogo e sua organização quanto ao saberes e conteúdos da pratica cuidar, acompanhar, participar da rede de proteção de crianças e adolescentes.

ESTATUTO DA CRIANÇA E ADOLESCENTE

Na parte reflexiva sobre a importância da ECA em pensamento de formas de leis favorecida é um desafio no questionamento de discutir a importância no contexto.
Nesta parte é imprescindível a discussão no espirito da lei que é desafiador de um instrumento na posição diferente e divergente no seu compromisso.
Em sua amplitude de inovação de concepção tem um sentido global de direitos adquiridos à infância e adolescência em sua coerência no que se trata o Estatuto no sentido público e do senso em comum, não se pensa somente em educação, saúde, proteção integral, mas sim uma situação de risco, ou em menor autor infracional.
A sua intencionalidade é reflexiva no ativo valor destes direitos com a cidadania.
O Estatuto da Criança e Adolescente é um instrumento democrático com limitações crítico e obstáculos. Na sua prática efetiva referente aos problemas a serem resolvidos, este desafio democrático cabe a todos nós os contextos qualificado na observância e comprometimento com a defesa do menor.
No que se trata do trabalho infantil, ainda falta requisitos para regulamentar alguns artigos no sentido de exploração ao menor na mão de obra adulto no comprometimento da saúde física e psicológica da criança e adolescente, que é inquestionável no seu direito social e humano. Por outro lado, a importância da capacidade profissional e no desenvolvimento dos jovens para cidadania dentro do parâmetro legal e profissional.
Assim, a proteção do menor e valorização da implantação do Estatuto da Criança e Adolescente, o aperfeiçoamento e intercâmbio dos Conselhos Tutelares que executem as suas experiências positivas e a constituição das leis e o reconhecimento UNICEF, organização internacional na luta contra as dificuldades e sua importância.


ESCOLA ORGANIZADA E SUA CONCEPÇÃO

A proposta de organização do ensino em ciclos de formação buscando aprender os pressupostos subjacentes à racionalidade nas formas educacionais, essa proposta tem uma mudança dos princípios que regem a organização dos espaços e tempos da escola pública.

Uma analise no presente na revisão fundamentam uma nova proposta educacional com seu objetivo no processo evolutivo da educação brasileira e com a implantação da escola organizada em ciclos no entendimento da concepção pela docência do ensino fundamental das escolas pública.
 A estrutura de funcionamento das escolas públicas e a metodologia de ensino/ aprendizagem de aprender através da aprendizagem em busca do conhecimento significativo para educando.
A avaliação da escola organizada em ciclos de formação humana é diagnosticada dentro do processo de ensino e aprendizagem, com o seu instrumento de avaliação nas perspectivas de inclusão para os registros dos avanços, a continuidade, o desenvolvimento cognitivo, afetivo e social do educando com conteúdos articulados no contexto escolar e na construção do conhecimento e socialização do sujeito com capacidade de aprendizagem, conduta, inteligente, criatividade, avaliação e julgamento.
Estabelece neste ensinamento com conteúdos centrados em procedimentos conceituais, atitudinais oferecendo oportunidades e valorizando o currículo escolar que o aluno tenha a sua progressão dentro dos ciclos.

A importância da organização dos espaços físicos e pedagógicos escolares a uma proposta significativa de educação, considerando a diversidade brasileira.


O resgate de identidade vem alimentar o seu livre arbítrio com a vivência de cidadania que é vetor de autonomia ligada no tempo e no espaço com a lógica de organização controlada pelo processo escolar.
Com este proposito, a criança é envolvida em ensinamentos dentro do espaço escolar com auxilio profissional do professor, sendo o principal veicular de teoria e pratica na historia da sociedade cultural.
Estes ensinamentos são repetitivos em sequencial de movimentos desenvolvidos na sala de aula, por uma vivência de diferenças na transformação de valores e das concepções de diálogos e planejamentos democráticos socioculturais.
Quando menciona espaço tem a ideia de dimensão espacial humana das relações do sujeito diante do espaço físico e da aprendizagem que organizam e habitam.  Esta relação de aprendizagem no espaço escolar é um espaço social para ensinar e aprender.
O espaço no sentido de concepção, o pensamento de projeto e organização no plano desenvolvimento infantil idealiza os espaços com a problematização a realidade no seu contexto educativo, onde o diálogo, valorização e libertação do sujeito histórico.
A mudança faz parte da idealização e concepção de diálogo descentraliza o professor e mediador de palavras no mundo do sujeito histórico.
Assim sendo, produz intencionalidade cultural de conhecimento humano e histórico, considerando a realidade tempo embasado no seu contexto sociocultural, pois o currículo tem como tema de formas de processo de aprendizagem, sendo que a cultura é um foco importante para o processo educativo qualitativo e intencional.
A diversidade se concretiza como um instrumento para a criação de projetos de intervenção e contribui de forma cabível para que atuantes principais que trabalham com os problemas do preconceito e discriminação observada no ambiente escolar, melhorando o desempenho acadêmico e promovendo uma sociedade democraticamente inclusiva e socialmente igualitária.

Currículo cidadão: valorização do contexto da pratica pedagógica sociocultural dos alunos.


No contexto curricular em questão ética tem uma grande discussão no campo politica da pratica pedagógica.
As ações ético-crítica são os problemas da realidade material que imperam os diálogos na sua conscientização de construção coletivo do conhecimento e transformação emancipatória de sua realidade.
No campo das preposições curriculares críticas e eticamente elaborado um projeto de pesquisa na procura de desenvolver o currículo.
Na sua conscientização da construção ético-crítica e dialética, a racionalização construída histórica no positivismo e práxis na transformação libertadora.
Para haver autenticidade nas propostas curriculares tem a necessidade de ser emancipada com a humanização de materiais desenvolvida na vida humana com as suas necessidades, seus conflitos e tensões socioculturais e epistemológicas e contradições econômicas.
Esta reflexão tem a construção coletiva e consciência critica que são sujeitos às transformações da realidade e direito da vida digna.
Para aprender a pratica curricular envolve na intenção do espaço escolar e é a maior contribuição das teorias pedagógicas e na compreensão no processo educacional e de seu cotidiano escolar.

Ciclos-escolares organizada e sua concepção

A proposta de organização de ensino em ciclos de formação buscando aprende os pressupostos subjacentes à racionalidade nas formas educacionais, essa proposta tem uma mudança de princípios que regem a organização dos espaços e tempos da escola pública.
A avaliação da escola organizada em ciclos de formação humana é diagnosticada dentro do processo de ensino e aprendizagem com o seu instrumento de avaliação nas perspectivas de inclusão para os registros dos avanços, a continuidade, o desenvolvimento cognitivo, afetivo e social do educando com conteúdos articulados no contexto escolar e na construção do conhecimento e socialização do sujeito com capacidade de aprendizagem, conduta, inteligente, criatividade, avaliação e julgamento.
Estabelece neste ensinamento com conteúdo centrado em procedimentos conceituais, atitudinais oferecendo oportunidades e valorizando o currículo escolar que o aluno tenha a sua progressão dentro dos ciclos.
Na revisão fundamentam uma nova proposta educacional com o seu objetivo no processo evolutivo da educação e na implantação da escola organizada em ciclos no entendimento da concepção pela docência de ensino fundamental das escolas públicas.
Esta estrutura fazendo funcionar escolas públicas e a metodologia de ensino/aprendizagem de aprender através de aprendizagem em busca do conhecimento significativo para o educando.

A ESCOLA

A escola é uma instituição de ordem governamental, tem como finalidade alfabetizar no ensino educativo com a temática a didática na articulação com suas principais contribuições com diferentes contextos, que é vivenciado dentro da sala de aula no dia a dia.

A escola com seu ensino educacional servem para planejar e é intencional como facilitador de compreensão de ensino de qualidade no seu cotidiano da vida escolar. Esta parte intencional serve para aprender, a ler, a escrever, contar, dar educação e a disciplina as crianças, jovens e adultos com o processo de interação na sociedade e alfabetização, que possam no futuro colher o fruto, a profissão.
A instituição escolar tem como objetivo a alfabetização no ensino de conhecimento de Matemática, História, Geografia, Ciência e localizar as diferentes culturas e países como costumes, crenças, histórias, valores nacionais, governo, recursos minerais, vegetais, animais, alimentação, indústria, educação, etc.. Tem o principal intuito de transmitir ideias, valores, politicas e diretrizes que fazem os interesses do governo.
Na escola os alunos desenvolvem habilidades e potencialidade pessoais e de sua classe na contribuição e transformação social. Oferece ao encontro do conhecimento cultural com a vivência com os educadores e educandos em diferentes áreas como afetiva, cognitiva, afetiva-emocional, motores sociais e profissionais.
A didática aplicada e disciplinar no processo de ensino, organizada por leis de aprendizagem ao desenvolver conhecimentos teórico e metodológico, faz que o trabalho na escola enfatize no sentido didático o fator condicionador de processos de instrução de ensino continuado.
Assim, retrata-se com a relação de concepção histórica da humanidade, sociedade educativa com formas diferentes de organização e os seus objetivos, os seus conteúdos com os recursos nos processos educativos em seu contexto.
Porém, a escola em sua instituição física e social colabora com o bem estar, a sua diversidade com as diferenças e o respeito culturais e sociais no valorizar e validar o comportamento humano.

RELAÇÃO FAMÍLIA-ESCOLA

A escola é uma instituição politica e cultural com seu objetivo a alfabetização de crianças e adolescentes, com auxilio da família para tornar o espaço prazeroso e agradável.
A escola trabalha com a educação dos filhos e alunos na formação da sua identidade e melhoria da futura educação na sociedade.
Com esse elo, família e escola fazem conscientizar a formação dos indivíduos e observar e orientar a forma compartilhada nas ações concretas no sentido de cidadania.
Em pensar uma educação favorável e de futuro é necessário que a família esteja presente na vida escolar com a integração de todo movimento na construção da proposta pedagógica e compartilhando no favorecimento de uma educação de qualidade para os seus filhos.
O principal objetivo é a integração escola-família para o desenvolvimento infantil e a função do gestor mediador e condutor da pratica educativa com o desenvolvimento do aluno que favorece a participação da família na ajuda do desenvolvimento do aluno.
A família tem a sua parte de interesse de conhecer onde o seu filho estuda e a criança e o adolescente precisa que a família esteja a par de tudo que na escola ensina o lazer, os eventos e atividades ensinadas, as reuniões de pais que dá o diagnostico dos filhos na aprendizagem do dia a dia.
Assim, a escola e a família são constituídas de deveres e a crianças e adolescentes de direitos na permanência continuada do ensino e o vinculo constitucional das atividades educativa. A educação tem a obrigação de prevalecer uma educação de qualidade e a família a obrigação de matricular seus filhos e acompanhar todo o movimento escolar e a sua aprendizagem.

O PAPEL E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM ESCOLAS INCLUSIVAS.

O papel do professor e sua formação diante da pratica aplicada nos educandos com atitudes afetivas, flexivas e dinâmicas na construção de uma escola inclusiva e fazer refletir em todos a sua tarefa de produção de conhecimentos e desenvolvimentos no cotidiano escolar de cada educandos na sua forma heterogenia e facilitador de conteúdos pedagógicos em sua aplicação consciente na educação participativa.
A necessidade na formação de professores na integração nas escolas inclusivas observa-se que ainda não estão preparados para produzir os conhecimentos com as diferenças na sala de aula.
A ideia renovadora na necessidade desta formação de professores faz parte da compreensão das diversidades nas escolas inclusivas de construir politicas de inclusão com novas reformas e construir pratica inclusiva para estabelecer uma motivação no cotidiano escolar.
Os professores para fazer parte desta diversidade necessitam de vários requisitos de competências e conhecimentos no que se trata na parte pedagógica, métodos, materiais e tempo. E também de apoio no trabalho de equipe especializada como de professores, direção, coordenação, psicológicos, psicopedagogos, terapeutas, etc., e reuniões periódicos para facilitar um trabalho dinâmico.
Sendo assim, é a importância de implantação de processos de serviços especiais na comunidade escolar e familiar, a desenvolver recursos de experiência do professor com o aluno na formação continuada, pois este espaço de inclusão faz parte de uma trajetória de construção deste trabalho na sociedade excludente, justa e igualitária que serve para todos as praticas educativas em todos os tipos de deficiência no combate a discriminação e equiparação de oportunidades, pois a inclusão é um fato necessário.

PROBLEMAS CONTEMPOÂNEOS: DESAFIOS PARA A ESCOLA

PORTFÓLIO MÓDULO 17 – PEDAGOGIA SOCIAL E INCLUSÃO E EXCLUSÃO SOCIAL.


Dentro de diversos problemas sociais apresentam a superação da exclusão escolar com as diversas dificuldades no processo pedagógico da escola, no enfrentamento das questões politicas e as razões que apresentam as classes dominantes de sua época difícil sobre o ensino com anseios de estabelecer a importância do interesse do aprendiz em busca de um verdadeiro objetivo, o ensino de corpo integro no reconhecimento de disciplina obrigatória e no processo pedagógico, a ferramenta de inclusão social e de qualidade de vida.

O processo de inclusão no sistema escolar faz adequar as diferentes necessidades dos indivíduos com a transição da heteronomia da infância à autonomia no mundo adulto. E adquirindo a autoconfiança em relação a si própria e no encontro de sua identidade e autoestima.

As Diretrizes Nacionais refere-se à educação especial uma modalidade como qualquer outra, organizada de acordo com o modo de considerar uma aproximação cadenciada das propostas da pratica pedagógica social da educação inclusiva.

Levando em consideração no que se trata inclusão social, enfatiza-se que a acessibilidade dos alunos com as necessidades especiais em escolas regulares forma-se uma sociedade igualitária no que se trata a sua acessível às pessoas deficiências, como começar na base estrutural escolar urbanista, e não se esquecer das possibilidades das questões arquitetônicas e suas adaptações curriculares.

Com embasamento da política educacional, vem projetar nova reestruturação dos currículos para o atendimento dos alunos com necessidades especiais.

O MCC com suas propostas de documentos elaboram dessa política de inclusão escolar, os Parâmetros Curriculares Nacionais, os Referenciais para a Formação de professores e as adaptações curriculares, explicam as estratégias educativas para educar melhor os alunos portadores de necessidades especiais.

Na construção de um currículo advêm com diversas etapas no atendimento as necessidades de cada aluno, é um trabalho difícil, os Parâmetros Curriculares facilitam a escola construir um currículo de acordo as necessidades de cada projeto de aprendizagem do educando enfrentada no cotidiano escolar.

É uma tentativa da política brasileira abre o acesso aos alunos portadores de necessidades especiais, porém tem uma advertência não apropria de recursos financeiros para adaptar e efetivar os portadores de necessidades especiais nas escolas regulares.

Assim, as leis incentivam o ingresso de crianças portador de necessidades especiais em escolas regulares, que definem as metas alcançadas no processo de inclusão.

A proposta ao combate a exclusão são as das melhores, porém faltam recursos financeiros para que as famílias enfrentem as dificuldades desse processo como UNESCO, ONU direcionem a parte do processo que são isolados e discriminados sem poderem participar destas atividades que oferecem.

As crianças com necessidade especiais tem o acesso no desafio e iniciativa a “Educação para todos”, que faz parte da engrenagem social e da demanda excluída pela pobreza e a sua deficiência.

A sociedade é direcionada a uma historia intencional e solidaria com a sua diversidade, onde o homem é um ser histórico e político e tem como premissa de conviver com as diferenças e suas mudanças, a inclusão social realmente oferece uma qualidade de educação, trabalho e saúde para melhores condições de vida.

REFERENCIAS:
CARNEIRO, Rogéria. Sobre a Integração de Alunos Portadores de Deficiência no Ensino Regular. Revista Integração. Secretaria de Educação Especial do MEC, 1997.

ONU/UNESCO (1994). Declaração de Salamanca sobre princípios, política e prática em educação especial.
RABELO, Annete Scotti. Adaptação Curricular na Inclusão. Revista Integração. Secretaria de Educação Especial do MEC-ano 9, n1 21, 1999

SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão. Construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA, 1991.

THOMA, Adriana da Silva. Os Surdos na Escola Regular: Inclusão ou Exclusão? Reflexão e Ação. Vol.6, n.2, jul/dez. Santa Cruz do Sul: Editora da UNISC, 200

Planejamento participativo e os processos pedagógicos da escola

Portfólio módulo 16 do texto “O MST e a formação dos Sem Terra: o movimento social como principio educativo” de Roseli Salete Caldart
a)      “É possível pensar a escola como um lugar de formação humana que tenha o movimento como principio educativo”.
O MST em questão de luta na conquista da terra e da Reforma Agraria, é intencionado a exploração do espaço continuado de produção, com relação ao processo histórico capitalista.
Esta forma de organizações e de lutas apresenta o espaço de formação política e humanitária, é a inserção na dinâmica de luta de classes, proporcionando a frente de prática e ações revolucionárias.
O MST é uma luta e conflito de movimento histórico brasileiro em certo período localizado no Rio Grande do Sul por uma causa Terra e Reforma Agraria.
No contexto organizacional político é possível objetivar o movimento como projeto histórico social e seus princípios básicos:
1)      Construir uma sociedade sem exploração e sem exploradores com a supremacia sobre o capital;
2)      Lutar causa terra, bem de todos, a serviço de todos na sociedade;
3)      Garantir trabalho para todos na justa distribuição da terra, renda e das riquezas;
4)      Na busca da permanência da justiça social e igualdade de direitos econômicos, políticos, sociais e culturais;
5)      Combater todas as formas de discriminação social e buscar a participação igualitária da mulher.
Na Educação neste MST destaca um elemento inovador na importância de luta pelas terras e pela transformação social com seu elemento básico as referenciais da proposta pedagógica com ajuda de compreender e fazer avançar as experiências de educar e de escola vinculada ao MST.
Esta luta busca a identidade de direitos ao trabalho digno, uma forma de ensinamento de transformação social na pratica educativa com seu vinculo no seu espaço. Esse pensamento de movimento gera um processo educativo contrapondo quanto aos processos exclusão social proporcionando uma sociedade histórica e coletiva com justiça social ao trabalho para todos.
Assim sendo, uma luta intencional de identidade do sujeito sem terra, pertencente a uma história de vida com espaço educativo na sua concepção de educação, com a necessidade de uma educação e escola para resgatar o respeito humano no processo de valores pedagógicos e pertencer a uma sociedade digna humanitária.

Planejamento participativo e os processos pedagógicos na escola

1.                  Portfólio módulo 16 do Texto “Identidade Cultural e Itinerário educativo” de Moacir Gadotti (Instituto Paulo Freire – Universidade de São Paulo)
a)                  Que relação pode estabelecer entre itinerário educativo e identidade cultural?
Na formação de escola procura compartilhar de uma realidade de entrosamento no sistema de espaço consagrando como um mito da realidade.
Neste contexto vem adentrar no circulo do cotidiano nos seus valores de regras, tempo e ritmos que acelera a circunferência da sociedade escolar.
Nesta forma é vivenciada uma sociedade cultural de um mundo exclusivo de transformação de ideologia e supremacia em classe dominante e é na sua igualdade pertencente a uma identidade diferente por ser diferenciada no mundo vivido, com as próprias leis que distinguem.
As diferenças como étnica, sexuais, culturais nacionais, etc. e sobreposta na indagação, quem somos como somos isto é projetada na multicultura, uma valorização cultural em sua afirmação.
Em conscientização cultural extrapola com argumentos históricos a sofrer descobertas em culturas elaboradas.
Nisto vem acarretar uma tomada de consciência de realidade nacional, criações de formas estabelecendo a transformação sócio político.
A posição na sociedade é consciente no que se trata do sujeito em sua capacidade defensiva contra autoritarismo, limitações e o controle.
Sendo assim, a identidade paralela na cultura e no itinerário educativo na possível realidade dos fatos sociocultural adentra de uma história escolar e sua cultura.
O espaço neste contexto é vivenciado na escola com práticas pedagógicas em sua participação e conscientização do sujeito social com autonomia de reflexão de transformação no espaço social com debates, questionamento em plenitude da pratica democrática.
A cidadania de forma expandida em seu poder, rompendo barreiras que são submissas às pressões mercantilistas e a exigência do capitalismo.
Sendo assim, considerar indispensável à explicação da concepção de cidadania, pois a ideia de cidadania pode ser traduzida em forma de garantia para todos em sua amplitude de inserção digna dentro das relações sociais de produção de caráter mais restrito, associada à capacidade participativa em diversas praticas sociais.