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"A educação, no sentido em que a entendo, pode ser definida como a formação, por meio da instrução, de certos hábitos mentais e de certa perspectiva em relação à vida e ao mundo. Resta indagar de nós mesmos, que hábitos mentais e que gênero de perspectiva pode-se esperar como resultado da instrução? Um vez respondida essa questão, podemos tentar decidir com o que a ciência pode contribuir para a formação dos hábitos e da perspectiva que desejamos." (Bertrand Russell)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

TEMA: INCLUSÃO DO ALUNO SURDO NO ENSINO REGULAR EM QUESTÃO DE ANALISE FORMAL.



A questão a ser discutida é a inclusão dos deficientes auditivos na escola regular, vem tendo perspectivas de discussão de inclusão escolar nos casos especiais sobre a visão dos professores envolvidos nesse processo.

A implantação de medidas sobre o trabalho investigativo com a política de educação inclusiva no processo de analítico junto aos alunos com deficiência auditiva e como colocar em pratica os professores da Educação Infantil e Ensino Fundamental da rede municipal de ensino. Com a necessidade participativa sobre esse conceito, os professores necessitam mais apoio sobre o estudo com os métodos de ensino de aprendizagem e na analise formal de implantação e avaliação.

Na perspectiva qualitativa proporciona a falta de materiais para estimular o processo de analise, pois aumenta as discussões como utilizar os métodos empregados na construção dessa categoria e treinar os professores a lidar com esse problema que ainda não acostumou com a ideia de inclusão.

O método empregado ainda sem clareza é vivenciado pelos professores com muita dificuldade de aplicar e analisar os alunos e o esforço da comunicação a compreender e interpretar com clareza da necessidade de ouvintes e surdos compartilha a mesma linguagem comum em dinâmica de grupo na sala de aula.

Com a falta de preparo e de recursos muitas vezes a parte da comunicação é preparada de forma improvisada.

O professor tenta valorizar com muito esforço a comunicação de aplicar à didática e ter um resultado de análise favorável com a baixa expectativa em relação à aprendizagem e letramento desses alunos fica em pauta, faltando conteúdos para projetar no ensinamento e não tendo um resultado especial como deveria ter.

Com a inclusão na escola esqueceu-se de especializar os docentes e da escola no processo de aprendizagem especializada.

Segundo Schwartzman (aput Silva, 2000, p.39), os professores do ensino regular não têm sido preparados para a tarefa de lidar com crianças com necessidades educativas especiais e sem preparo, por melhor que seja o método utilizado, as chances de sucesso são muito limitadas.

Ao longo dessa discussão procura-se a compreensão no termo do processo de avaliação realizar um diagnóstico favorável pelo professor e pela equipe pedagógica de obter competência para esclarecer as ações que sejam efetuadas, promovendo conhecimento dos problemas apresentados pelos alunos e reunindo os resultados com competências para o ensino. E acreditando que a avaliação diagnosticada conduza os professores a melhor forma de apresentar suas estratégias.

A dificuldade de aprender se juntam com as necessidades cognitivas dos alunos juntamente com o processo educacional que não desvalorizando as diferenças na sala de aula.  A ideia é que prevaleça a essência e encontrar uma sugestão que faça diminuir as dificuldades e desvantagens que forme uma estrutura de aplicação flexível e inclusiva com direito de todos os alunos e sugestionar os professores uma formação continua.

Que essa avaliação diagnóstica na sala de aula depende de um plano de trabalho que aumente a produção dos alunos com uma educação de qualidade, inclusive dos alunos com necessidades educacionais especiais.



REFEENCIAS

SILVA, Angélica. O aluno surdo na escola regular: imagem e ação do professor.

Disponível em: <http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000276979>.

Acessado em: 20 de Julho de 2009.

VERÍSSIMO, Hildemar. Inclusão: a educação da pessoa com necessidades

educativas especiais

– velhos e novos paradigmas. Disponível em:

<http://www.ibc.gov.br/media/common/Nossos_Meios_RBC_RevAbr2001_Artigo%20

2.rtf>. Acessado em: 30 de setembro de 2009.


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