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GUARATINGUETÁ, SP, Brazil
"A educação, no sentido em que a entendo, pode ser definida como a formação, por meio da instrução, de certos hábitos mentais e de certa perspectiva em relação à vida e ao mundo. Resta indagar de nós mesmos, que hábitos mentais e que gênero de perspectiva pode-se esperar como resultado da instrução? Um vez respondida essa questão, podemos tentar decidir com o que a ciência pode contribuir para a formação dos hábitos e da perspectiva que desejamos." (Bertrand Russell)

sexta-feira, 15 de abril de 2011

BOLO DE SORVETE (PUDIM)


 1º creme:

·                     1 lata leite condensado
·                     Medida da lata acima de leite
·                     4 gemas
·                     1 colher cheia (sopa) de maisena
·                     1 colher (sopa) margarina
Misture todos os ingredientes e leve ao fogo até formar um mingau bem consistente. Reserve.

2º creme:

·                     4 claras batidas em neve
·                     4 colheres de açúcar
·                     1 lata de creme de leite com soro 
Depois de bater as claras em neve (preferência na batedeira), coloque o açúcar (bata mais um pouco) e acrescente o creme de leite. Reserve. 

Calda: 1 copo duplo de leite frio c/ 3 colheres de achocolatado. Reserve. (Preferi colocar apenas 1 copo americano desta calda pra não ficar muito).

Caramelizar a forma com açúcar derretido e depois jogar a calda de chocolate dentro da forma.

Misturar os dois cremes numa tigela e colocar na forma. (ao bater na batedeira  este creme fica mais homogêneo, sem falar que é mais prático). Levar ao freezer (ou congelador) de um dia para o outro. Para desenformar esquente um pouco no fogo, sempre balançando a forma até soltar. Vire num pirex maior para não perder a calda. Depois de servido coloque outra vez no congelador, pois poderá derreter como um sorvete. Fazer numa forma redonda para pudim.

Obs.: caso fique no freezer não precisa deixar de um dia pro outro, senão congela, apesar de ficar com uma consistência melhor.

DIA MUNDIAL DO LIVRO (18 DE ABRIL)

                
    Este livro: “A Borboleta Azul” autora: Lenira Almeida Heck, conhecida como Júlia Vehuiah.
               Este é um dos livros infantis que Júlia escreveu, com a sua criação leva as crianças despertar nas leituras a emoção, a imaginação, o entender e valorizar a natureza de tudo que é belo e imaginativo.
A estória “A Borboleta Azul” leva a imaginação sonhadora das crianças o conhecimento da beleza que é a natureza. 
“A Borboleta Azul” Fifi a lagarta, a metamorfose, o amigo coelho amarelo, o seu habitat, o primeiro voo, a observação de longe, o caçador de borboletas e o término do seu ciclo de vida.
Pais e filhos tenham boa leitura.
Outros Livros da autora:
v  No reino das letras felizes
v  O galo Tião e dinda raposa
v  O galo Tião e a vaca malhada
v  O mistério do anel de perola
v  O peixinho e gato
 REFERENCIAS:
http://br.bestgraph.com/ (borboleta azul, mão indicando)

PROJETO TAMAR – TARTARUGAS MARINHAS

O Projeto Tamar iniciou no Brasil desde 1980, sua atividade é de conservação das tartarugas marinhas com intuito de afastar de extinção com a importância na proteção desses animais. A valorização a ser realizada é na ação educação ambiental valorização cultural e inclusão nas realizações que possibilitam a demanda local.
Hoje está mais controlado pelo Projeto Tamar, a pesca das tartarugas marinhas, que é a maior ameaça de todo mundo.
O maior predador é o homem, sendo na minoria os animais e a natureza, eles usam como alimento a carne, ovos, o comercio do casco, etc.
A desova é colocada nas areias dos litorais das praias entre 4 a 6 vezes por temporadas e resultando 61 a 126 ovos por ninho e a sua incubação de 50 a 78 dias com a temperatura ideal 29°C.
Os filhotes já nascidos vão a rastro até chegar ao mar, a maior parte deles não chegam por motivo de ação predatória natural e humana.
O Projeto Tamar faz acompanhamento para ajudar a conservação de espécie.
A espécie mais conhecida no Brasil é:
Tartaruga Cabeçuda: a cabeça é maior de outras espécies, medindo 25 centímetros e pesando o casco 150 quilos a 250 quilos. É chamada tartaruga mestiça. Alimentam-se de peixes, camarões, caramujos, esponjas e algas. As desovas nas praias do norte do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia e Sergipe.
Tartaruga verde: alimentam-se de algas, seus cascos castanhos esverdeados ou acinzentados, medindo de 1,20 m e pesa de 250 até 350 quilos. Na idade jovem é vista ao longo de todo litoral brasileiro e a sua desova nas Ilhas Oceânicas, Fernando de Noronha e Pernambuco, Atol das Rocas, Rio Grande do Norte, Trindade e Espírito Santo.
Tartaruga Oliva: é a menor das tartarugas, medindo 60 centímetros e pesando 65 quilos, é de cor cinza esverdeadas e alimenta-se de peixes, moluscos, crustáceos, camarões e plantas aquáticas. Já vista no litoral de Sergipe.
Tartaruga de couro:  a tartaruga gigante, medindo 2 metros de comprimento e pesando 700 até 900 quilos. Sua cor preta com pontos brancos com casco menos rígidos e nadadeiras frontais grandes, onde facilitam nadar em longa distância. Vive em alto mar, a sua desova aproxima-se mais perto do litoral do Espírito Santo e sua alimentação de águas – vivas.
Tartaruga de pente: é verdadeira e legítima e a mais bonita de todas as espécies de tartaruga marinhas. A carapaça é formada por escamas marrom e amarelada em formato de telhas de um telhado. A boca de formato de bico de gavião. O casco medindo 1 metro e pesando 150 quilos. É a mais ameaçada de extinção, a carcaça é usada na fabricação de pentes e armações de óculos. Alimentam-se de esponjas, peixes, caramujos e siris. É encontrada no litoral do nordeste quando jovens ou semi – adulta. A desova no litoral norte da Bahia e Sergipe.
O Projeto Tamar – IBAMA é a parte mais importante na educação ambiental na proteção das espécies de tartarugas marinhas e na implantação como viver sem destruir, promovendo a integração do homem no meio ambiente.


REFERENCIA:

MUDANÇAS CLIMÁTICAS

As mudanças ambientais globais com início no fim do século XIX constituem, atualmente, um fato incontestável. Essas alterações despertaram a atenção de todos os países e com isso delineia um discurso climático meteorológico ambiental político, encontrando campo nas discussões científicas e governamentais do presente e do futuro. Um aumento na ordem de 3°C a 5°C da temperatura média da troposfera até o final do século XXI constitui uma previsão aceita de maneira geral. E é uma previsão razoavelmente catastrófica. Foi partir da Revolução Industrial que as emissões de gases de efeito estufa iniciaram de maneira acentuada devido à queima de combustíveis fósseis para alimentação das fábricas, intensificando de modo gradual e em longo prazo o processo de aquecimento global. Além disto, a ação antropogênica tem sido nociva sobre o ciclo biogeoquímico do carbono, transferindo a altas taxas o carbono da biosfera para atmosfera. A remoção de áreas florestais e outras comunidades biológicas que atuam no seqüestro de carbono da atmosfera resultaram em grande excedente deste gás proporcionando intensificação do efeito estufa natural. Todo esse calor retido dentro do planeta interage com a atmosfera e com o oceano, influenciando parâmetros climáticos, como a temperatura e a precipitação. Apesar das divergências acerca das previsões para a intensificação do aquecimento global, estudos apontam para cenários futuros complicados para a Biosfera e a humanidade. No presente trabalho são destacados os aspectos históricos, enfatizando os primeiros movimentos e reuniões sobre o problema, as causas e conseqüências das mudanças, os interesses políticos envolvidos, os processos naturais do fenômeno, assim como as interferências antrópicas e seus reflexos na agricultura, nos recursos hídricos, na biodiversidade e no clima, com destaque para a região amazônica, sob forte influência antrópica. Na busca de soluções para o problema, é destacado o papel do Protocolo de Kyoto, que tem por objetivo maior conciliar o desenvolvimento sustentável e minimizar as emissões de gases que causam o efeito estufa, criando o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo. Este programa o uso de tecnologias limpas, a adoção de energias renováveis, o incentivo ao reflorestamento, o aumento da eficiência na geração, conservação e distribuição de energia e a introdução do Mercado de Carbono para reduzir as emissões dos gases estufa. É sob esta ótica, que o trabalho é finalizado, busca dar soluções viáveis para os diversos setores da atuação humana.

CONSUMO CONSCIENTE E SUSTENTABILIDADE

Os recursos do mundo são consumidos em forma desordenados e estão escassos sem controle de uma previsão de melhoria no futuro.

Com o crescimento populacional o consumo em média do mundo que consome é de 30% que a terra consegue renovar, nesse patamar teremos daqui alguns anos o dobro do consumo que a terra vai demorar a oferecer e obsorver na natureza.

 O princípio da sustentabilidade é o desenvolvimento de ações capazes de satisfazer as nossas necessidades sem prejudicar o meio ambiente. É a única solução.

O consumo consciente estimula a pensar e controlar e perguntar por que comprar como comprar, o que comprar de quem comprar como usar, como descartar, isto é a sustentabilidade, uma força para solução na nova tecnologia e facilitando para satisfazer a sociedade na recuperação de seu habitat e fazer mudanças sem prejudicar o meio ambiente.

O consumidor consciente faz que a responsabilidade do mercado adapte neste principio, pois faz diferença sem causar impacto e buscando o bem estar na sociedade e no meio ambiente positivamente, contribuindo com as próximas gerações e beneficiar com vida de um bem estar global.

O principio da sustentabilidade faz o consumo consciente um ato de solidariedade e transformação com o planeta.

OBSERVAÇÃO NO PROCESSO ORGANIZACIONAL DA SALA DE AULA.

No Processo Organizacional utilizada na observação da rotina na sala de aula mostram o espaço e o brincar a reforma na sua aplicação do dia-a-dia vivido pelas crianças na Educação Infantil.
Na escola infantil não é fácil organizar a rotina, o ambiente fica tumultuado na hora da entrada e saída, a fila no refeitório, no banheiro e no parque. Para resolver os problemas do cotidiano da instituição é propor atividades que ocorram simultaneamente, espaço diferente, e a aplicação de horários das turmas, dos funcionários e dos educadores.
Na gestão do tempo são importantes na Educação Infantil precisa mais flexibilidade e planejamento. A prioridade é o atendimento das crianças, com os cuidados e aprendizagem na organização em atividades e os horários dos professores e funcionários.
O cotidiano de uma Escola Infantil tem de prever momentos diferenciados que certamente não se organizarão da mesma forma para crianças maiores e menores.  Os tipos diferentes de atividades envolverão a jornada diária das crianças e dos adultos: o horário da chegada, a alimentação, a higiene, o repouso, as diversas brincadeiras interativas, os livros de histórias, as atividades coordenadas pelo adulto e outras.
É importante salientar a ideia de que a rotina deve prever pouca espera das crianças no período de higiene e de alimentação, a espera deve ser organizada dentro da sala de aula de maneira que a criança realize outras atividades, com autonomia e livre acesso a espaços e materiais, quando o professor atende uma única criança.
As crianças escolhem o que desejam fazer, e para isso a necessidade de ambientes, em termos de materiais e espaços, favorecendo o desenvolvimento na aplicação das atividades do cotidiano.
É importante atribuir o cuidar do educar, a preocupação das atividades de cuidado pessoal é com a saúde, bem-estar físico, psicológico e social da criança. A higiene, o repouso e a alimentação são necessários e preciso nas condições para a sua vida com atenção maior em relação à limpeza e aos hábitos de higiene. A alimentação é importante no uso do guardanapo, dos talheres e a ingestão de líquidos no momento adequado.
É importante organizar na escola brincadeiras e músicas mostrando a questão de higiene e alimentação. O repouso é o momento principal da criança, à hora de descansar, é importante a presença do adulto para socorrer qualquer eventualidade. O momento do banho é especial para a criança, o adulto auxilia ver temperatura da água, arrumar as roupas, escolher o brinquedo para entreter a criança durante o banho.
Em relação às atividades dirigidas são os momentos que o professor realiza com uma ou poucas crianças procurando chamar atenção para algum elemento novo no ambiente como contar histórias, fazer folclores, fazer teatro, ensinar músicas e brincadeiras de roda, brincar de esconde-esconde. Essa etapa induz a criança criar confiança, na capacidade de ação e a liberdade de expressar seus sentimentos juntamente com o grupo.
Nas atividades livres menos dirigidas pelo professor, é uma atividade que faz parte do dia-a-dia da criança concentrada no grupo ali trabalhado, cabendo organizar os espaços e momentos que as crianças livremente explorem o ambiente e escolham suas atividades especificas, sendo o professor intervenha na coordenação das brincadeiras, isto quando for necessário, assim como participante.
Na escola pesquisada, o desenvolvimento das crianças no espaço lúdico é transformado em fantasia e imaginação. Na hora de brincar no espaço livre os movimentos é sincronizado no correr atrás da bola, pular corda, rolar na grama, de ver uma borboleta voando, pegar uma flor, cantar, no uso dos lápis de cera ou de cores para transformar um desenho mais colorido. Na gargalhada, no choro, tudo se transforma no seu desenvolvimento criativo em valorizar objeto sendo uma forma de linguagem para compreender o mundo ao seu redor. O espaço mais procurado é a brinquedoteca um espaço muito frequentado pelos alunos em brincadeiras livres, porém orientado pelo professor. O ensaio de teatro se torna uma atividade alegre e engraçada e trabalha com expressão oral e corporal.